A linha Atração parte de uma ideia simples levada ao limite: um cilindro de pedra e um contrapeso geométrico que se prende a ele — e que muda de forma a cada peça, entre o cubo, a esfera e o cilindro. Com o contrapeso muda também o equilíbrio e a leitura do conjunto. É o tipo de exercício que caracteriza o estúdio mineiro: em vez de decorar a matéria, deixar que a força física entre no desenho como elemento de composição.