Produzido em freijó ou braúna, o banco reduz sua estrutura aos elementos necessários, deixando evidentes as proporções, os encaixes e a própria espessura da madeira. Essa construção remete ao repertório desenvolvido pela Baraúna a partir da valorização da marcenaria como parte fundamental do desenho, em que a capacidade técnica participa da expressão do móvel. No Estreito, essa tradição aparece reinterpretada em uma peça contemporânea, de proporções estreitas e desenho preciso.