O designer transforma referências da cultura baiana em uma peça de linguagem contemporânea. Parte da coleção homônima, o desenho estabelece uma relação direta com o universo de Jorge Amado e com o imaginário cultural da Bahia, sem reproduzir elementos tradicionais de maneira literal. O tecido acrílico tensionado no assento estabelece ainda um diálogo com o mobiliário modernista brasileiro, que frequentemente empregava a soleta de couro como superfície estrutural, criando assentos suspensos e leves. Na Amado, essa solução é reinterpretada com um material contemporâneo e adequado ao uso externo.